quinta-feira, 1 de julho de 2010

V(ê)

Eu ia bem, 'sozinha', com os meus pensamentos solitários, quando alguém me agarra os ombros, fazendo-me parar. Não fazia ideia de quem fosse, mas assim que a minha companhia disse o nome da pessoa que estava por trás de mim, assim que o meu cérebro voltou a raciocinar, depressa me virei, encarei-a olhos nos olhos e me agarrei a ela com todas as forças que tinha. O abraço foi intenso, muito intenso aliás. Quando aquele cheiro característico dela me percorreu as fossas nasais, senti-me 'em casa'. Quando senti aquele cheiro, o meu nariz rompeu em chamas, carolosas e familiares. Era mesmo ela.
Trocámos dois ou três dedos de conversa, já totalmente sozinhas.
Outra despedida. Beijou-me a face ao de leve, tocou-me no braço, e disse:
- Vá tenho que ir.
Abraçei-a fortemente, fazendo questão de a voltar a cheirar.
Sei que durante muito tempo não vou sentir aquele odor outra vez.

Mas admito, estava cheia de saudades, e o pequeno momento fez-me lembrar muitas coisas. E apesar de todas as palavras (que não s) aqui ditas, eu ainda te amo.
[Ainda te amo mesmo.]

7 comentários:

  1. Adorei esta parte "Quando aquele cheiro característico dela me percorreu as fossas nasais, senti-me 'em casa'."..o amor:$

    ResponderEliminar
  2. que lindo :')

    bem, que soorte!
    sim, agora quase não me consigo mexer -.-

    ResponderEliminar
  3. bem não sei quem e xD mas o texto esta lindo BEIJOS BRUNA

    ResponderEliminar
  4. sim.. praticamente impossivel..

    [não vais saber.. a nao ser que eu possa dizer]

    =P

    ResponderEliminar