terça-feira, 31 de agosto de 2010

lady gaga

EU VOU, *-* dia 10 de dezembro, pavilhão atlântico, *pita histérita aos berros!*



Ana, aquela carta para mim, valeu TANTO, $:
Sabes o que acho, e sabes que o que digo é só para teu bem.
Estarei sempre presente, até o desejares.
<3

domingo, 29 de agosto de 2010

7 # Carta para o teu ex- namorado/amor.

7 # Carta para o teu ex- namorado/amor.
Já passaram 5 anos, é verdade. É muita fruta. E apesar de termos perdido o contacto, eu sei que no fundo seremos amigos para lá do sempre. E que por muitos namoros e amores que tenhamos nunca, mas nunca nos vamos esquecer um ao outro. Nem aos momentos que passamos, juntos.
A vida escolheu que nos separássemos, mas o amor foi tão grande que talvez nos voltemos a cruzar um dia.
As lágrimas que ambos deixamos escorrer pelo rosto nos momentos menos fáceis, os sorrisos soltos nos momentos de felicidade, fazem-me lembrar que tudo contigo foi simplesmente perfeito. O amor foi verdadeiro. Foi recíproco, pela primeira vez.
Pela primeira vez em toda a minha vida ouvi um 'amo-te' num sussurro que me fez arrepiar.
Pela primeira vez, recebi um abraço apertado e apaixonado, e senti a tua respiração no meu pescoço.
Pela primeira vez tinha alguém a viver exclusivamente para mim. E em função de mim.
Eu sei que a culpa de termos terminado foi minha. Eu sei que fui eu que terminei a relação. Sei que fui eu que te fiz chorar, que te fiz sofrer. Mas eu também sofri, e também chorei muitas vezes.
Sei que agora ainda podíamos estar juntos; e por isso talvez guarde algum rancor. Não a ti amor, mas a mim. Por ter sido estúpida ao ponto de acabar.
Tu sabes, que apesar de tudo, eu não te esqueço. Não esqueço o dia em que celebrámos com champagne e presentes, e tivemos o momento tão especial.
Não esqueço os sorrisos, os abraços e os beijos que trocámos. Nem as lágrimas que ambos partilhámos.
Será para sempre, mesmo que seja apenas numa memória como esta. Amo-te.

sábado, 28 de agosto de 2010

6 # Carta para um estranho


6 # Carta para um estranho.


Para mim, já não és assim tão estranho. Vejo-te todos os dias. Mas tu, não me vês.
Reparei em ti há já algum tempo confesso. O teu sorriso e o teu olhar cativaram-me.
Quando consigo passar por ti, dá-me aquele frio'zinho na barriga. E não, isso nunca tinha acontecido com um Estranho.
Tenho seguido todos os teus passos; sei de cor todos os teus desejos, anseios e medos. Conheço-te mais do que devia para quem te intitula de Estranho, mas, no entanto continuas a sê-lo.
Na verdade, conheço-te por saber intrepertar cada gesto teu. Apenas sei isso; nunca tentei saber o teu nome, nem que idade tens, mas deves rondar os dezassete.
E também nunca tentei conhecer-te porque assim não poderia escrever-te esta carta, não é verdade?
Mas gosto de pensar assim, posso imaginar-te como alguém perfeito, que não és. Porque não há alguém perfeito. Gosto de ter o teu (não) nome gravado em mim, é giro. É giro não saber quem és e intrepertar-te da maneira que quero e bem me apetece. Podes ser várias pessoas diariamente. Depende do teu estado de espírito e dos teus gestos e reacções.
A verdade é que vou continuar na ignorância e não tentar sequer falar contigo. Gosto da situação.
Talvez um dia, notes que eu existo e dês tu esse paço.
Até lá, serás um Estranho conhecido.


5 # Carta para os teus sonhos.

5# Carta para os teus sonhos.

Em criança eram poucas as noites, que vocês, Sonhos não entravam na minha mente.
Os pesadelos, como vos chamam por vezes, eram os que mais se atreviam a percorrer os pequenos cantos da minha (in)consciência.
Muitos de vocês me levaram a ter ideias e precepções diferentes da vida.
Parecendo que não, são bastante importantes. Começamos a ganhar coragem para vencer o papão e não dormir de luz acesa.
Depois, quando entramos na adolescência, vocês voltam a entrar dentro de nós e fazem-nos sonhar com o rapaz/rapariga que tão importante são para nós.
Fazem-nos sonhar com dentes, cobras, minhocas, etc. E já se sabe, que todos têm um significado diferente.
De há duas noites para cá, tive dois sonhos completamente distintos.
Sonhei com a Salomé e mais duas pessoas, e gostei do sonho. E o de hoje foi um erótico, com P. Mas não adientarei pormenores, (a) Vocês, Sonhos, sabem.


É bom sonhar, lá sabemos que quando acordarmos não sentiremos nada do que aconteceu.
'Foi só um sonho, volta a dormir.'
Obrigado por existirem, Sonhos, a minha vida é muito mais colorida/escura, com vocês.

4 # Carta para o teu irmão (ou parente mais próximo)

4 # Carta para o teu irmão (ou parente mais próximo)
Já sabemos que há sempre desavenças, que há sempre discórdia, que estamos sempre a discutir, e que ao mínimo acontecimento o ambiente pode tornar-se bastante negro, e até haver agressões. Físicas, porque Psicológicas há sempre.
Mas lá no fundo e apesar de dizeres que não gostas de mim, que se pudesses escolher eu não seria tua irmã, que sou uma porca (por ser aquilo que ambas sabemos) eu sei que me vês como um modelo a seguir, já mo disseste uma vez. Uma vez, mas chegou para eu gravar essas pequenas palavras que valem ouro (principalmente vindas de ti) no meu coração.
Oh, não sei a quem é que saíste tão orgulhosa, mas devias, pelo menos ouvir, os conselhos que às vezes tenho para te dar. Como já passei pelo mesmo que tu, é mais fácil. Mas mesmo assim, não ouves. Ouves os 'amigos', e depois vens chorar para o meu ombro. Que faria eu se não ajudar-te? És minha irmã, é meu dever estar lá quando queres e quando não queres. Independentemente do que se passar, terei que dar o papel de irmã e ajudar.
Continuarei aqui piolha, mesmo que me chames nomes, que me queiras ver morta ou o resto das coisas todas que dizes que davam uma lista bem extensa e que não por aqui.
Lá no fundo sei que gostas de mim e isso é o mais importante;
deixa lá, eu também gosto de ti, e não te digo.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

3 # Carta para os teus pais

[Será que posso especificar apenas para a mãe? okay, serão os dois.]
A vida tem dado muitas voltas sinceramente e os três sabemos disto. Têm havido fazes boas, outras muito boas, e depois há aquelas péssimas, mesmo.
Desde cedo que me educaram da melhor maneira possível, dando e indicando valores que acharam importantes; que seriam importantes tanto na minha integração na sociedade, como a nível pessoal. Por esses valores e educação que me deram tenho desde já a agradecer. Fizeram um óptimo trabalho.
Ambos sabemos que não foram os pais mais presentes, mas pelo menos iam a todas as reuniões da escola.
É verdade que me desapontaram muitas vezes, mas também vos desapontei certamente. Também é verdade que inúmeras vezes não ouvi o vosso conselho, que muitas vezes era o mais acertado. Mas, sou assim não é?
É contigo, Mãe, que falo sobre tudo; nem sei como tenho coragem de te contar uma grande parte das coisas... Mas tu nunca reages (muito) mal. E até não me importo de te contar, porque sei que não contarás a ninguém.
Foi contigo, Pai, que a paixão do futebol nasceu. (Mas já sabemos disso não é?)
Agradeço-vos por me terem posto de castigo quando era necessário, quando fazia asneira, quando não me deixaram sair à noite, ou ir aqui ou ali. Obrigado por me terem deixado ir a Coimbra; por acreditarem em mim, incondicionalmente, por quererem o meu bem, e darem o vosso melhor para mim.
Amo-vos e disso vocês já sabem não é?
[Se não me deixam ir à lady Gaga, juro que me chateio, :@]

2# Carta para a tua Paixão

Olá paixão. Há quanto tempo não te vejo?
Sinceramente já perdi a conta dos dias que não estás perto de mim, a aquecer-me o coração.
Já perdi a conta do tempo em que estás longe, dos tempos acesos de romance e amor em que estavas sempre perto. Para onde foste? Tenho saudades tuas.
Tenho saudades do tempo em que pensava em ti a toda a hora, do tempo em que chegavas ao pé de mim e fazias-me sentir louca e apaixonada por ti. A pessoa mais feliz do mundo.
Mas admito, a vida sem ti é mais fácil, não há tanta dor.
Não há momento em que me sinta triste por tua causa. Não há nada que me prenda a ti, Paixão. Nada.
Não é preciso dias e dias para saber que agora não sinto nada por ti, simplesmente eu sei.
A tua presença era agradável, mas já não existe há muito tempo, e fui-me habituando a esse estado. A tomar as decisões por mim e para mim, sem ter que pensar ou partilhar a decisão contigo. Esses tempos acabaram; pois tu desapareceste sem deixar um único bilhete ou uma mensagem a dizer que partirias. E eu? Tive que me acostumar à ideia de que tu, Paixão, tinhas ido embora; tive que me acostumar à ideia de que chorar por ti, não fazia sentido.
Quando voltas? Tenho saudades tuas.

1# Carta para o teu melhor amigo.

1 # Carta para o teu melhor amigo.

Conheci-te numa mera conversa de msn, como se conhece muita gente, em que nunca sabemos se daqui a dois dias ainda sabemos quem é este ou aquele. Mas acredita, desde o inicio que achei que era possível chegar onde chegámos.
Achaste que era um rapaz, (como é que é possível?). Depois fomos falando, algumas vezes, até que deixamos de o fazer.
Quando tu e o teu namorado acabaram, a pessoa que nos apresentou contou-me tudo, e disse que não estavas bem. Achei que talvez seria o momento para me intrometer na tua vida e tentar ajudar. Aceitas-te de bom grado o apoio que disponibilizei. Fomos falando, todos os dias, fui ajudando, dando conselhos, tudo o que achava necessário. Comecei a tentar conhecer-te, a fazer-te mil e uma perguntas. A amizade foi crescendo.
Entretanto, sempre que acontecia algo era a mim que vinhas contar, era a mim que pedias conselhos. No entanto já tinham passado nove meses desde que tinha começado a falar contigo e ainda não tinha tido a possibilidade de estar contigo.
Nessa altura, a amizade estava excelente, eramos segundas melhores amigas uma da outra.
Até que, por mero acaso, o nosso sonho realizou-se.
Conseguimos encontrar-nos no Algarve; nesse dia, fizemos tudo o que não tinhamos feito nos nove meses anteriores. Foi perfeito. Foi aí que te disse, olhos nos olhos, que eras a minha melhor amiga, foi aí que te disse 'amo-te', e retribuíste da mesma maneira.
Depois disso, obviamente que continuavamos a falar, era a tua 2a melhor e tu a minha melhor amiga. E assim continuou. Com as nossas sextas-feiras em que ficavamos horas e horas em chamada a falar disto e daquilo, a contar novidades, e a manter a amizade únida.
Este Verão conseguimos estar juntas novamente, durante um mês inteiro! Foi o melhor verão da minha vida, tu sabes que sim.
Isto tudo para dizer, que estes quase dois anos foram sem dúvida os melhores da minha vida; porque os 'verdade ou consequência' por chamada, as confusões, as discussões, os amuos, as brincadeiras, os mimos, as saídas, as conversas, eu não vou esquecer, simplesmente porque foi contigo.
Havemos de ultrapassar tudo juntas, sempre com o mesmo sorriso, de mãos dadas.
Ambas sabemos que a distância é enorme, mas que a amizade é ainda maior e combate isso há quase dois anos.
'tudo o que construímos até hoje e que continuaremos a cimentar vai durar até à cova, nem que seja numa simples recordação como esta, pois o teu sorriso, as tuas caras de amuada e tudo o que fizemos até hoje vai permanecer SEMPRE!'
És a minha pega, a melhor namorada do mundo; a melhor amiga; o MEU mundo;
Amo-te inêsgarrote, <3

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Amo-te, SPORTING
Eu tinha dito, eu tinha dito, eu tinha dito! GANHÁMOS! PASSÁMOS!
E agora, está na hora de FESTEJAR, *-* 2-3 (adeus, Brondby)

Desafio - Cartas

Roubei o desafio, e vou começá-lo o mais rápido possível.
As cartas ficaram num separador lá em cima, :)


1 # Carta para o teu melhor amigo.
2 # Carta para a tua paixão.
3 # Carta para os teus pais.
4 # Carta para o teu irmão (ou parente mais próximo).
5 # Carta para os teus sonhos.
6 # Carta para um estranho.
7 # Carta para o teu ex- namorado/amor.
8 # Carta para o teu amigo virtual preferido.
9 # Carta para alguém que gostasses de conhecer.
10 # Carta para alguém com quem não falas tanto quanto gostarias.
11 # Carta para uma pessoa falecida com a qual gostavas de falar.
12 # Carta para a pessoa que mais odeias, ou que te causou maior sofrimento.
13 # Carta para alguém que gostavas que te perdoasse.
14 # Carta para alguém de quem te afastaste.
15 # Carta para a pessoa da qual tens mais saudades.
16 # Carta para alguém que não está na tua cidade ou país.
17 # Carta para alguém da tua infância.
18 # Carta para a pessoa que tu desejavas ser.
19 # Carta para alguém que importunou a cabeça - bom ou mau.
20 # Carta para a pessoa que mais partiu o teu coração.
21 # Carta para alguém que julgaste à primeira impressão.
22 # Carta para alguém a quem queres dar uma segunda oportunidade.
23 # Carta para a última pessoa.
24 # Carta para a pessoa que te deu a tua melhor memória.
25 # Carta para a pessoa que sabes que estará presente nos tempos mais difíceis.
26 # Carta para a última pessoa a quem fizeste uma promessa.
27 # Carta para a pessoa mais amigável que conheceste por apenas um dia.
28 # Carta para alguém que mudou a tua vida.
29 # Carta para a pessoa a quem queres contar tudo, mas tens medo de o fazer.
30 # Carta para o teu reflexo no espelho.

25-8-10, Praça de Touros de Albufeira.

É com grande orgulho que vos digo que ontem à noite assisti pela primeira vez ao vivo a uma Tourada a sério. Com um cartaz interessante, incluindo, Ana Baptista e Sónia Matias.
Confesso que já era fã da Sónia e agora me tornei ainda mais. O Show dela foi simplesmente brilhante, sempre com um sorriso na face para agradecer o apoio e energia que o público transmite.
A certa altura pensei que se não lhe pedisse um autógrafo, me ia arrepender, mesmo. Então decidi ir. Cá de cima das bancadas, chamei-a e pedi-lhe. Ela olhou-me e soltou um sorriso capaz de arrepiar qualquer um!
Já no fim do espectáculo, e depois de vir o cavaleiro a pé (juro, foi arrepiante, mas fantástico), quando tudo terminou, chamei-a novamente das bancadas para lhe tirar uma foto. Ela acedeu novamente ao meu pedido com um sorriso. O meu espanto foi quando vi pessoas que tinham estado sentadas ao meu lado, crianças principalmente, junto a ela para tirarem uma foto. E pensei: 'Bem, sempre posso tentar a minha sorte.' Como estava mesmo por cima da entrada dos cavalos, saí pela porta do sector e avancei até às cavalariças. Boa, ainda lá estava.
'Sónia tiras uma foto comigo?'
'Claro que sim, tira-nos uma foto' disse, virando-se para a amiga que estava junto a nós.
A foto, está claro, vem para aqui. E juro-vos, foi uma noite memorável, que não vou esquecer.
Quanto à Sónia, começarei a seguir o seu trabalho mais atentamente, porque da maneira como trata a Quadra (conjunto de cavalos), da maneira como trata o público, como espeta o toiro, apaixonou-me por inteiro.
(juntar-se-à à Hay mais tarde, IDOLA)

terça-feira, 24 de agosto de 2010


'Hello Daddy, Hello Mom, I'm a ch ch ch ch ch CHERRY BOMB'

Hello

Boas tardes.
Pois é, tempo para vir aqui, é quase para esquecer. Não tenho wireless aqui, portanto a net é bastante limitada... Os meus vizinhos ingleses tendem a não aparecer, e consequentemente não tenho net à borla e roubada, -.-
Mas enfim. Ainda não tenho fotos nenhumas de cá, quer dizer, tenho algumas, mas não à minha pessoa.
Cheguei ontem, fui às compras, arrumei a roupa... e depois lá fui dar uns mergulhos à piscina. Hoje levantei-me tarde para a praia, e o meu pai começou a refilar, cheguei à pouco a casa, e fui directa para a banheira. Acho que vamos jantar fora, portanto é aquela cena.
Mas vá, tentei encontrar as argolas para a Carla, e ainda nada. *ESTOU PASSADA* (vou continuar à procura e hei-de encontrar.)
Recebi a noticia que o empreiteiro que fez a minha casa faleceu hoje. Portanto o meu pai como era amigo dele deve de ir ao funeral, não sei se é amanhã ou não.. mas não devo voltar à terrinha.
24.8.10 -> está marcado meu amor, adoro-te, <3 (não te preocupes Carlinha, eu depois conto-te, :b)

domingo, 22 de agosto de 2010

memories, 7#

Tinha terminado.
Agora, estava ainda mais sozinha. O facto de Francisco a ter deixado nesta altura não era nada bom. E fazia exactamente o que Ele queria; fazê-la isolar-se de tudo e todos. Seria muito mais fácil, apanhá-la nessa situação.
Nessa tarde, Maria voltou para casa, e sentou-se na secretária, que estava junto à janela do quarto. Abriu um pouco as portadas e os cortinados para deixar entrar a luz do sol, que não tarda se esconderia. Dava um efeito giro ao embater na única parede azul que possuía.
Levantou a tampa do seu portátil e ligou-o.
Começou a escrever. Até era boa ideia escrever tudo o que se tinha passado até então. Se lhe acontece-se alguma coisa, encontrariam esses registos.
Tirou uma fotografia ao dito anel que agora trazia num fio pendurado ao pescoço, e passou-a para o computador. Depois disto, gravou os documentos no computador, e num cd, para o caso de o dito cujo sofrer um acidente.
Precisava de sair naquela noite, espairecer seria bom. Saiu de casa, e acendeu um cigarro, como era seu hábito fazer.
Depois foi passear.
E sentiu-me observada outra vez.

sábado, 21 de agosto de 2010

memories, 6#

Devagar Maria começou a sentir os sentidos voltarem a si.
Quando recuperou totalmente do efeito da droga, encostou-se contra a parede de sua casa, e deixou que o sentimento que nutria se apodera-se da sua mente e do seu corpo. Foi invadida por uma onda de dor, e culpa. Pequenas gotas salgadas começaram a escorrer pelo canto do olho, até que a situação se tornou um tanto incontrolável. Estava com os braços em volta dos joelhos, com a cabeça enterrada entre os mesmos, soluçando. Levantou a cabeça olhando para a rua, que àquela hora estava deserta.
A luz de um candeeiro, fê-la ver algo que brilhava no chão. Saiu da posição que tinha escolhido para estar, e chegou perto da 'coisa brilhante'. Oh meu Deus, não. Era um anel igual ao que Ele lhe tinha dado. E então, tudo na sua cabeça fez sentido. Tinha sido Ele que a drogara. Que quereria Ele? Ela estava intacta.
Levantou-se, e notou que estava ainda um pouco zonza. Esperou que melhora-se, e abriu o portão de sua casa. Abriu a porta, fechou-a e subiu a correr as escadas que davam acesso ao primeiro andar e consequentemente ao seu quarto. Trancou a porta do mesmo, e mandou-se para cima da cama. Os dois sentimentos que nutriu quando estava sentada no chão voltaram a surgir, e novamente as lágrimas voltaram ao rosto de Maria. Decidiu pegar no telefone, e mandar uma mensagem ao namorado, mas acabou por não o fazer; sabia que não o podia por em risco.
E assim ainda a chorar, adormeceu.
Acordou na tarde seguinte com uma mensagem do namorado a desejar bom dia, mas não estava com cabeça para responder, portanto não o fez.
A cabeça dela estava noutro lugar. Pensava no que devia fazer com o novo anel, encontrado na noite anterior. Desta vez não poderia deitá-lo fora, ainda poderia vir a ser-lhe um tanto ou quanto útil.
Tomou um banho demorado, esperando tentar lembrar-se de alguma coisa da noite anterior; mas sem sucesso. Vestiu-se, comeu qualquer coisa e saiu de casa, a pé. A sua casa não ficava muito longe da praia, e decidiu ir até lá. Apanhou um autocarro, pois era mais rápido.
Passeou à beira-mar durante um bom bocado, até que ouviu chamar pelo seu nome. Parou e olhou em redor, até que percebeu ser o seu namorado que a chamava. Esquecera-se dele completamente.
Ele correu na sua direcção, e olhou-a. Viu o aspecto que Maria tinha: olhos inchados, olheiras, e lágrimas secas na pele do rosto. Sentaram-se na areia ainda molhada, com algumas ondas chegando aos seus pés para conversarem um pouco.
Francisco decidiu perguntar o que se tinha passado. Havia alguma coisa que ela escondia, e ele, como namorado e como amigo queria saber de que se tratava o assunto que deixava Maria assim. Mas ela fechava-se em copas e não soltava uma única palavra.
Não podiam continuar e ambos sabiam disso.
Francisco disse-lhe:
- Eu sei que não devo deixar-te, amo-te, não podemos continuar assim amor, eu quero entender o que se passa contigo e tu não és capaz de desabafar comigo.
- Desculpa, também te amo, mas não te posso contar isto, é demasiado perigoso.
- Não posso estar contigo, se não confias em mim, perdoa-me.
Levantou-se da areia, dando um beijo na testa da rapariga e partiu.
Maria ali ficou, olhando o nada, e voltando a deixar as lágrimas cairem.
Ele tinha acabado de estragar um dos poucos motivos que ainda a fazia sorrir, o seu namorado. Que a tinha deixado por ela o proteger.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

movie, the expendables

O filme está engraçadito, os efeitos especiais não, o facto de não haver muita história não está bom, e o facto de não haver beijo também não, --.
A Carla passou o filme todo a mexer-se na cadeira, porque estava farta de estar sentada; os outros a mandar pipocas (aquele espaço quando saímos de lá não parecia o mesmo, uma autentica LIXEIRA, *-*
Mas vá até foi fixe, :b

Hoje fui sair, e a saída foi a PIOR DE SEMPRE. Tanto que, já estou em casa. Mas não se vai voltar a repetir, -.-' E por ter saído hoje, amanhã vou passar a manhã inteira a limpar a casa, fantástico.

E bem, como sou muito viajada, segunda vou para Albufeira, duas semanas. Ainda bem, sinceramente. *há uma possíbilidade de estar com a Best, $:*

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

o MEU primeiro selo oficial


1º Descrever que sentimentos te traz este blog;
2º Dizer quem te deu o selo;
3º Comentar o blog oficial do selo;
4º Oferecer o selo a 3 pessoas.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

salomé

Hoje foi mais um dia fora de casa, fui ao cinema com a Salomé, *-*
Fomos ver o 'Kiss&Kill', digo-vos, até é engraçado, mas muito ao estílo Mr. & Mrs. Smith mas coise...
A companhia foi boa again, :b
Chegámos a Sintra para vir para casa por volta das 19h e imaginem, -.-' o horário estava errado e para quem pensava que o 439 seria às 19.20h bem teve que aguentar o nevoeiro e o frio que estava. Era só às 19.50h, xD
Mas coise, estou CANSADA! Ontem deitei-me às 22.30h, vejam bem, --.
Sexta estou batina no cinema com a Carla, se tudo correr bem, *SALT* :D

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Um dia na vida da Raquel e da Carla




Ora, por onde hei de começar eu?
Bem, é de notar que há muito tempo que não ria tanto, mas a Carla tem esse efeito em mim, visto que somos as duas palhacinhas e pervertidas, xD a coisa sai sempre perfeita, :P
Perfeita, quer dizer... a menina deixou-me à espera, -.-
Fomos passear até Sintra, foi lindoooo, *-*

Suposta ida à Cascata (ficámos a meio), voltámos para trás, e fomos beber uma cola; 7 EUROS! QUE ROUBALHEIRA, :o Ainda por cima quando perguntei à mulher que nos serviu quanto era, ela atrapalhou-se toda e deixou cair as latas (o que valeu foi eu ter esperado que ela mete-se os copos na mesa, se não, ai jesus, xD)
Depois da tortura de tirar o dinheiro da carteira, tirámos quinhentas fotos (sim, lá venho eu com o quinhentos, xD) aos copos da cola (poiiiis, xD), a moça lembrou-se de chamar Jacaré a um pombo, sim, esses seres parvos que abanam a cabeça de cada vez que mexem uma pata, que decadência, --.
Viemos com a pressa para apanhar o autocarro, e o senhor mudou de horas, bonito. Mais 45minutos, desta vez na Portela, a tirar fotos à Carla, e às tentativas de saltos da Carla, e às tolices da Carla, e a Carla com folhas, e a fazer figuras, xD
Mas vá, foi uma tarde tão boooaa, *-* temos que repetiiiir, $:
'3,2,1 EU ODEIO POMBOS'

memories, 5#

Continuou a olhar para aquele corpo semi-morto deitado na cama da sua casa. Poderíamos chamar àquilo de casa?
Inconscientemente o seu cérebro reagiu a outro estímulo; um estímulo menos poderoso do que o desejo de violar Maria, mas mais intenso espiritualmente do que qualquer outra coisa que aquele corpo lhe poderia oferecer. Olhou as mãos da pobre rapariga. E confirmou as suas suspeitas. Ela não usava o anel. Era por isso que Ele não conseguia sentir a energia que ela deveria transmitir pelo anel, era por isso que Ele não sentia os pensamentos dela, nem as suas emoções. Porque Maria não usava o que Ele lhe tinha imposto usar. Estava na altura de castigá-la.
Olhou as horas. Era tarde, perto das 4.30h da manhã, e o tempo passava sem Ele ter feito nada ao corpo de Maria. Mas Ele sabia que conseguiria trazê-la de volta à sua casa mais rápido que o próprio imaginava. Ela saía muitas vezes. Decidiu então tratar de pensar num castigo adequado, para mais tarde. Levar a miúda dali para fora era a prioridade, pois não tardaria a acordar do efeito da droga e possivelmente, faria uma chinfrineira de todo o tamanho. Não seria nada adequado os vizinhos ouvirem gritos de uma jovem vindos de casa Dele àquela hora da noite. Lembrou-se que tinha uma identidade a esconder. Todos o achavam um alcoólico. Ninguém no seu perfeito juízo imaginava o que Ele na verdade era. Um bruxo, um vidente, um aproveitador de menores. Completamente um demente.
E por ter que esconder o que era, levou Maria até ao portão de casa dela, onde a tinha 'raptado'. Bolas, a rapariga começava a tornar-se um pouco pesada.
Deitou-a no chão, e partiu. Antes de sair da rua de casa de Maria, Ele voltou a dar-lhe uma olhadela rápida, e viu que o corpo dela começava a ganhar vida, e a contorcer-se no chão.
Apressou-se a sair dali, enquanto ela tentava perceber onde estava.
Maria não imaginava sequer ao que tinha escapado. Desta vez.

sábado, 14 de agosto de 2010

Quando choras, existe sempre uma razão.

Lembraste dos tempos de criança, quando brincávamos juntos? Lembraste de me veres chorar quando falhava a bola, quando voltava a tentar e a tentar, e não conseguia? Lembraste quando as lágrimas paravam, concentrava a força, e enchia o pé, certeiro na bola? As lágrimas simplesmente desapareciam, e o sorriso preenchia a minha face.
Mas havia muito mais para fazer chorar uma pobre miúda; o pássaro que morreu, uma nota má num teste da escola, uma unha partida, um namoro acabado, uma amizade destruída.
E consegues lembrar-te do que me doía mais, quando consegui chorar ao pé de ti? Foi saber que apesar de estares ali eu nunca poderia retribuir-te o favor. Foi saber que eu não chorava por unhas partidas nem por testes com nota reles; eu chorava por coisas a sério. Mas havia vezes que chorava sem motivo, sem razão aparente, como se, do nada abrissem a torneira do lavatório e deixassem correr infinitamente. E tu, sentado a meu lado, aguardavas pacientemente que as lágrimas parassem de escorrer e que eu te contasse o que se tinha passado desta vez. Mas foi diferente. Respondi-te que não sabia porque motivo estava a chorar, mas que era o que queria fazer, encher o mundo de lágrimas para sentirem a dor que eu sentia, mesmo sem saber a razão que me levava a estar naquele estado de espírito impotente e destruidor.
E tu, ainda te lembras do que me disseste?

- Sabes uma coisa?
Quando choras, existe sempre uma razão.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Tudo estava perfeito;
Tudo era perfeito.
E bastou ela vir-se embora,
Para tudo deixar de ser perfeito.

Elas estiveram um mês juntas, e durante esse tempo aprenderam como lidar com o feitio uma da outra, a conviver diária e noturnamente, a brincar e a ter paciência, pois o temperamento por vezes não era muito fácil. Passaram momentos únicos e especiais, momentos acompanhadas, outros apenas as duas. Tentaram aproveitar todos os segundos, a divertirem-se, mas como é óbvio, também houve crises e problemas que se resolveram na hora.
Chegou a altura de partir. E logo no primeiro telefonema, por causa de uma brincadeira, foram ditas coisas que magoaram mas segundo uma das partes era necessário. Não era preciso ser assim.

Tudo estava perfeito;
Tudo era perfeito,
E bastou ela vir-se embora,
Para tudo deixar de ser perfeito.
Porquê estragar algo perfeito?
Amo-te

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

memories, 4#

E agora?Negrito
Não sabia quem era. E o que quer que esse Alguém quisesse dela não era algo de bom. Depois disso, Ele encostou um lenço de papel às narinas da rapariga que inspiravam e expiravam com aflição, o que fez com que ela inala-se mais rapidamente o odor que o lenço nutria. Quando o pó que ela tinha 'snifado' se alastrou pelo resto do corpo foi instantâneo: a rapariga teria tombado para trás, se Ele não a estivesse a segurar. Estava totalmente inconsciente.
Agora, era esperar que acordasse, mas até lá, Maria seria Dele, e nada nem ninguém conseguiriam travar isso.
Arrastou a rapariga até sua casa, que não ficava muito longe, visto que eram vizinhos.
Era uma barraca pequena, com uma cama no centro da construção feita por tijolos e cimento. Obviamente, sem qualquer autorização de construção. Tinha apenas uma parede a separar a divisão com cama, de uma casa de banho super improvisada. Ergueu Maria com os dois braços, e deitou-a na cama. Devia mudar os lençóis da cama, que cheiro. Analisou cada curva daquele corpo ainda vestido que permanecia completamente insconsciente. E o pior é que estava numa excitação impossível para despir a pobre miúda e apoderar-se daquele corpo perfeito.
E agora?

terça-feira, 3 de agosto de 2010

memories, 3#

Mais uma noite mal dormida.
O pesadelo estava presente quase todos os dias, ela não sabia como o evitar, e sinceramente, sonhar com aquilo dava-lhe vómitos.
Sonhar com aquelas horas passadas com o desconhecido, o tal que lhe tivera dado o anel e a perseguia desde então era um martírio.
O namorado dela começou a aperceber-se das coisas e a relação estava por um fio, nada andava bem, e segundo ele, não era suposto haver segredos entre o casal. Ponderou acabar, apesar de gostar muito dela. Mas sabia que não seria a melhor opcção, apesar de ela não lhe transmitir o que se passava, ele sabia que ela precisava dele mais do que nunca.
Nessa noite, iria sair com Francisco, o namorado. Iriam a um bar, na praia, e depois ele levaria a rapariga a casa.
Assim foi, a saída correu normalmente, e por volta das 2:30h, ele tinha-a deixado em casa. Como sempre, deixou-a à entrada da rua que dava acesso à casa de Maria. E depois de um beijo prolongado de despedida partiu. A rapariga viu-o cortar para a direita e seguir pela estrada fora. Nessa altura, rumou a casa. Sentiu-se observada demais para o seu gosto, mas não ligou. Encostou-se a um sitio escondido e fumou o seu último cigarro da noite.
Ouviu passos e encostou-se mais para se esconder de um possível vizinho.
O barulho parou, ela terminou o cigarro, apagando-o com o pé esquerdo e saindo do sitio que a acolhia quando fumava antes de chegar a casa.
Estava prestes a abrir o portão de casa, quando uma mão lhe cobriu a boca e outra a barriga.