domingo, 22 de agosto de 2010

memories, 7#

Tinha terminado.
Agora, estava ainda mais sozinha. O facto de Francisco a ter deixado nesta altura não era nada bom. E fazia exactamente o que Ele queria; fazê-la isolar-se de tudo e todos. Seria muito mais fácil, apanhá-la nessa situação.
Nessa tarde, Maria voltou para casa, e sentou-se na secretária, que estava junto à janela do quarto. Abriu um pouco as portadas e os cortinados para deixar entrar a luz do sol, que não tarda se esconderia. Dava um efeito giro ao embater na única parede azul que possuía.
Levantou a tampa do seu portátil e ligou-o.
Começou a escrever. Até era boa ideia escrever tudo o que se tinha passado até então. Se lhe acontece-se alguma coisa, encontrariam esses registos.
Tirou uma fotografia ao dito anel que agora trazia num fio pendurado ao pescoço, e passou-a para o computador. Depois disto, gravou os documentos no computador, e num cd, para o caso de o dito cujo sofrer um acidente.
Precisava de sair naquela noite, espairecer seria bom. Saiu de casa, e acendeu um cigarro, como era seu hábito fazer.
Depois foi passear.
E sentiu-me observada outra vez.

4 comentários:

  1. foi um dos jogadores do marítimo que empurrou o João Pereira contra o Patrício, que sem querer lhe deu uma joelhada na cabeça. o João Pereira caiu inanimado, foi um sustoo :| fez lembrar a cena do Fehér :|

    o grande sporting :)

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