sábado, 2 de outubro de 2010

memories, 8#

Por diversas situações, alterações tiveram que ser feitas neste capitulo; peço desculpa.

'E sentiu-se observada outra vez'

Maria já não podia com isto. Pegou na mota e dirigiu-se ao bar da praia onde costumava ir vários dias por semana, com Francisco, o então ex-namorado.
Quando lá chegou, reparou na mota do namorado à entrada do bar. Talvez fosse uma boa altura para falar com ele, pensou ela. Continuavam amigos, pelo menos era assim que devia ser.
Subiu as escadas, que davam acesso à esplanada, e sentou-se numa das mesas. Como o empregado estava a demorar imenso tempo, decidiu ir para as mesas de dentro.
Francisco estava sozinho sentado numa mesa a um canto. Reparou nela, e sorriu. Maria tomou aquilo como um incentivo a sentar-se e fazer companhia ao rapaz.
Cumprimentou-o com dois beijos na cara, coisa que já não estava habituada a fazer, e sentou-se na cadeira à frente da de Francisco.
Estiveram algum tempo a fazer conversa de circunstância, até que Maria pergunta-lhe se quer ir lá a casa. Ele aceita o pedido, pois ainda gostava dela, e muito.
Pagaram a conta e cada um pegou na sua mota, seguindo perto um do outro todo o caminho em direcção a casa dela.
Entraram os dois em casa, e dirigiram-se ao quarto dela. Ela ligou o computador, e disse:
- Isto era o meu segredo.
Ele senta-se à secretária, lendo atentamente cada paragrafo. Quando terminou, olhou-a e disse:
- Desculpa. - Dando-lhe um abraço e de seguida um beijo terno.
Combinaram que iriam para a rua nessa noite, e que iam atrair-Lo até ela. Maria seria o isco, Francisco estaria escondido e atacaria quando Ele aparece-se.

Maria sentou-se, aguardando a chegada Dele.
Mas ele já ia um passo adiantado ao casal de namorados.
Um tiro de caçadeira suou abafado. Francisco caiu no chão. Maria olhou-o e viu o sangue começar a aparecer do peito do namorado. Caiu a seus pés chamando o seu nome, sem obter resposta. Quando voltou a olhar, Ele já a tinha segurado por um braço, injectando um tranquilizante para calar Maria.
O corpo dele ficou estendido no chão, e o dela ia a caminho de casa Dele.
E daquela noite não passava, Maria ir ser Sua.

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